Política de segurança da informação: você sabe o que isso significa?

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Mesmo quem não é da área de TI muito provavelmente já deve ter escutado este nome: política de segurança da informação. Se o conceito ainda for meio nebuloso pra você talvez o ideal seja deixar claro o que é, exatamente, segurança da informação.

Pode-se dizer que o termo “segurança da informação” é autoexplicativo: afinal, diz respeito à proteção de dados sigilosos. Simples assim. Devido à popularização da internet e ao compartilhamento cada vez mais acentuado de informações, o conceito experimentou um boom nos últimos anos, fazendo com que as empresas, principalmente, olhassem com mais atenção para o seu grande volume de dados disponível em ambiente virtual.

E é exatamente aí onde entra a política de segurança da informação, que corresponde à implementação de diretrizes e processos para evitar que os dados caiam nas mãos erradas. Na verdade, é um pouco mais do que isso: é assegurar que determinadas informações sejam acessadas somente pelas pessoas que de fato precisam deste acesso.

A política de segurança da informação na prática

Hoje, as informações circulam diariamente a uma taxa de trilhões de bytes por milissegundo, números que vão além da compreensão ou mesmo da nomenclatura existente. No entanto, nem todos os dados são públicos; longe disso, aliás. Uma proporção significativa deles se destina a um grupo restrito de pessoas – e muitos são protegidos por lei ou por propriedade intelectual.

É papel de toda empresa garantir que dados confidenciais continuem confidenciais, já que vazamentos abrem brechas para hackers e para todo tipo de ataque virtual. Portanto, é imprescindível contar com uma política de segurança estruturada, que oriente os colaboradores quanto às boas práticas durante a manipulação desses dados.

As informações podem ter que ser criptografadas, autorizadas por um terceiro ou instituição e ainda ter restrições no que se refere à sua distribuição. Ou seja: é muito válido investir em “barreiras” que dificultem a saída indevida desses dados de dentro da corporação.

Um exemplo para ilustrar

Imagine um recurso de armazenamento de dados em nome de instalações médicas. Esses registros são sigilosos e não podem ser compartilhados, sob pena de lei, com nenhum destinatário não autorizado, seja ele uma pessoa real ou algum dispositivo.

Neste caso, uma política de segurança da informação teria que ser habilitada dentro do software que a empresa usa para gerenciar os dados pelos quais é responsável. Além disso, os colaboradores seriam obrigados por contrato a cumprir essa política e teriam de ser relembrados dela, de alguma forma, antes de operar o software de gerenciamento de dados.

Contudo, vale lembrar que não são só as empresas que devem se preocupar com a segurança da informação. Isso porque usuários comuns, que usam a web pra fazer transações ou navegar pelas redes sociais, por exemplo, também precisam ser cautelosos. Sendo assim, dados sensíveis nunca devem ser expostos, como documentos, endereço e dados bancários, uma vez que isso aumenta demais as chances de sofrer alguma fraude.

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