Celigo

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Celigo é o único iPaaS que automatiza e otimiza processos de negócio em vários aplicativos em nuvem usando uma única integração pré-criada.

Mas, afinal, o que é o iPaaS?

Um iPaaS, ou plataforma de integração como serviço, é uma plataforma que padroniza a forma como os aplicativos são integrados em uma companhia a fim de facilitar a automação de processos de negócio e o compartilhamento de dados entre aplicativos.

“O que é iPaaS?” Vídeo explicativo

Ao alavancar as tecnologias iPaaS as empresas podem eliminar processos manuais e reduzir a dependência de planilhas e e-mail. Ao mesmo tempo, aumentam a visibilidade, a velocidade e a precisão na organização como um todo.

O desafio da integração

A variedade de business applications disponíveis hoje atende a todos os desafios concebíveis que uma empresa pode enfrentar. Para completar, a maioria é simples de usar, fácil de configurar, oferece interfaces bonitas e não requer treinamento.

Dashboards de business applications modernos

Sendo assim, as equipes de TI não são mais responsáveis pela compra e pela implementação de muitos deles. Agora, os departamentos podem escolher individualmente os aplicativos que desejam para lidar melhor com suas tarefas. Essa tendência é resultado direto da chamada “consumerização da empresa” e gerou uma explosão no número de aplicativos SaaS, conhecidos como SaaS Sprawl. E este cenário não dá sinais de desaceleração.

Por exemplo, o infográfico abaixo da Chief Martec ilustra como era o cenário de aplicativos de tecnologia de marketing em 2011 e faz uma comparação com os dias atuais:

Proliferação de business applications entre 2011 e 2019. Crédito: Chief Martec

Proteção avançada de modo simples.

O excesso

Por mais incríveis e essenciais que muitos desses aplicativos possam ser, é possível ter um grande volume deles?

Colaboradores isolados em diferentes departamentos podem não ver como seus dados e processos individuais se encaixam no funcionamento da organização de um modo mais amplo – e esses aplicativos geram e precisam de seus próprios dados.

À medida que o volume de dados cresce, também aumentam os data silos, levando a processos manuais, entrada de dados, gerenciamento por meio de planilhas e e-mail, falta de visibilidade em toda a companhia e erros manuais caros. A troca fluida de informações é fundamental em qualquer empresa, seja ela grande ou pequena. Portanto, se o volume de dados e a complexidade de uma organização se expandem, é fundamental estabelecer uma estratégia de automação robusta.

Um ponto-chave dessa abordagem envolve conectar aplicativos diferentes. Esse processo é conhecido como integração.

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Como as empresas lidam com as integrações

O conceito de integração de aplicativos existe há anos. Porém, para a maioria das empresas, isso vem ocorrendo de modo tardio, depois que novos aplicativos são adicionados. Ou seja: os projetos de integração são abordados conforme a necessidade e, quando finalmente avançam, as empresas têm uma colcha de retalhos de soluções de integração.

Integrações nativas ou construídas pelo fornecedor

A maioria dos softwares inclui integrações nativas prontas para uso, permitindo que os usuários se conectem rapidamente a aplicações específicas. Por exemplo, praticamente todas as ferramentas de automação de marketing hoje se conectam diretamente ao Salesforce. Isso é muito conveniente, já que usualmente cobre os casos de uso mais populares e tende a não ter custos de assinatura adicionais.

Entretanto, o desafio das integrações nativas é que elas são projetadas para serem vendidas e renovadas e normalmente cobrem apenas os casos que sejam mais vantajosos comercialmente para o fornecedor. Isso significa que geralmente elas não contam com flexibilidade ou com recursos de personalização para lidar com casos mais complexos.

Conectores ponto a ponto (P2P) de terceiros

Assim como as integrações criadas pelo fornecedor, os conectores ponto a ponto podem ser muito convenientes e econômicos em um primeiro momento. Contudo, quase sempre são bem específicos para uma solução e não foram projetados com flexibilidade para acomodar processos de negócio maiores. Além disso, com milhares de aplicações em nuvem disponíveis hoje, é difícil desenvolver conectores ponto a ponto individuais para cada permutação possível de aplicativos de negócio.

Integrações (DIY) desenvolvidas internamente

Qualquer um pode construir sua própria integração. Ao disponibilizar códigos e APIs, as integrações personalizadas podem ser poderosas. Não à toa, costumam ser o caminho preferido de muitas equipes. Entretanto, por exigirem recursos técnicos treinados e demandarem tempo, é difícil construí-las de maneira escalável e robusta. De quebra, à medida que os processos mudam, essas integrações precisam ser meticulosamente mantidas e atualizadas.

Tipos de integração

Prós

Contras

Construída pelo fornecedor ou nativo

Lida com muitos casos de uso comum; mais fácil de configurar

Limite em escopo e capacidade de lidar com personalizações e casos mais avançados

Ponto a ponto de terceiros (P2P)

Simples de usar; baixos custos iniciais

Específica para uma demanda; número limitado de casos de uso pré-construídos; difícil de personalizar e dimensionar

Construa você mesmo

Mais controle e personalização

Forte dependência de recursos técnicos para construção; manutenção difícil de dimensionar

Padronizando integrações com iPaaS

Uma das estratégias de integração cada vez mais comuns envolve a adoção de uma plataforma de integração como serviço (iPaaS).

O termo “iPaaS” foi cunhado pela empresa de consultoria Gartner ao se referir a uma plataforma de integração baseada em nuvem que facilita muito a conexão de aplicações e processos de negócio. As soluções iPaaS padronizam de forma holística como os aplicativos são adicionados a uma organização, facilitando a movimentação de dados estáticos ou transacionais, ao mesmo tempo em que fornecem funcionalidade de integração crítica pronta para uso.

O iPaaS padroniza como monitorar, manter e atualizar processos entre aplicativos, que são adicionados e alterados todos os dias. As companhias podem integrar rapidamente os aplicativos aos processos de negócio e não precisam mais reinventar a roda com a funcionalidade de integração de construção. Com o iPaaS certo, usuários de linha de negócios (integradores) e usuários técnicos (profissionais de integração) podem criar, gerenciar e manter integrações.

O nome “iPaaS” é relativamente desconhecido. No entanto, de acordo com o Gartner, a integração Platform As a Service é o segmento que mais cresce no mercado corporativo.

Recursos comuns das soluções iPaaS

  • Entrega garantida de dados: a capacidade de reter dados até que eles cheguem ao seu destino com segurança;

  • Manipulação de erros: capacidade de indicar onde estão ocorrendo erros na transferência de dados;

  • Conectores de endpoint: normalmente facilitam a conexão com aplicativos específicos sem a necessidade de codificar diretamente via API. Isso inclui conectores para aplicações específicas, bem como para protocolos de comunicação universal, como FTP/SFTP, HTTP/S, OFTP, OFTP2, padrões XML, EDI, EDIFACT, SWIFT e outros;

  • Gestão de dados: autoriza o acesso aos dados apenas para usuários com permissão específica;

  • Gerenciamento do ciclo de vida: console centralizado para uso na criação, gerenciamento e controle de integrações e para desenvolver fluxos de integração que automatizem a troca de dados entre aplicações diferentes, fontes de siloed data e parceiros comerciais;

  • Ferramentas de desenvolvimento: ferramentas de desenvolvedor que permitem profunda personalização e complexidade ao criar fluxos de integração.

Padronizando integrações com iPaaS

Em cada nova era de aplicações comerciais (mainframe, cliente/servidor, ASP, SaaS etc.) um novo conjunto de tecnologias de integração apareceu para conectar os aplicativos que surgiram.

Por conta disso, a abordagem de design das próprias soluções de integração está uma geração atrás do design dos aplicativos com os quais elas foram criadas para se conectar. A primeira geração de soluções de integração de plataforma como serviço (o que chamamos de iPaaS 1.0) foi desenvolvida em resposta à primeira geração de aplicativos SaaS. Era uma época em que os departamentos de TI possuíam, gerenciavam e mantinham principalmente todos os sistemas e aplicativos de uma empresa, de modo que as plataformas iPaaS foram desenvolvidas exclusivamente para profissionais técnicos treinados nelas.

Entretanto, uma vez que o número de aplicações corporativas explodiu, a responsabilidade de aquisição e gerenciamento de aplicativos passou para departamentos individuais. Usuários de todas as áreas agora têm o poder de decidir sobre as ferramentas das quais precisam para enfrentar melhor seus desafios de negócio.

Integrações personalizadas conduzidas 100% por equipes técnicas não são mais adequadas nesta nova era.

Os elementos do iPaaS 2.0

Então, o que há de diferente com a próxima geração de soluções iPaaS? Em primeiro lugar, os usuários desenvolveram certas expectativas de como os aplicativos em nuvem devem funcionar, e um esquema iPaaS 2.0 deve refletir essa sensibilidade. Isso significa que:

  • plataformas precisam ser tão intuitivas quanto qualquer aplicação em nuvem;
  • as integrações podem ser federadas em diferentes partes da organização;
  • as melhores práticas devem ser produzidas em aplicativos de integração pré-criados que podem ser licenciados e reutilizados;
  • os usuários devem ser orientados claramente por meio do processo de integração;
  • deve ser fácil de implantar, personalizar, manter e dimensionar;
  • os modelos de preço devem atender às necessidades e atender pequenas e grandes empresas.

Aproveitando as melhores práticas pré-criadas

Muitos casos de uso de integração já foram executados e documentados, como lead-to-cash, procure-to-pay e hire-to-retire, por exemplo. Logo, é essencial que a próxima geração de iPaaS facilite o aproveitamento desse trabalho em futuras integrações por meio de conectores, modelos e aplicativos de integração. Assim, os fluxos não precisam mais ser reconstruídos do zero.

iPaaS 2.0 como um componente-chave de qualquer estratégia de automação

A automação é uma das táticas mais importantes para garantir o sucesso operacional. Em decorrência disso, a integração é um componente-chave para qualquer estratégia de automação. Hoje, a tecnologia iPaaS 2.0 deve ser considerada muito mais cedo no ciclo de vida de uma empresa do que normalmente é.

A facilidade de uso do iPaaS permite que as integrações sejam feitas por consultores funcionais, desenvolvedores juniores ou até mesmo usuários não técnicos. Dessa forma, o gerenciamento de uma integração pode ser transferido para outros departamentos, liberando recursos de TI para outros projetos.

Em outras palavras, a automação é essencial para o sucesso operacional. Uma estratégia de integração bem pensada, suportada por uma solução robusta de iPaaS 2.0, garante que os aplicativos funcionem em conjunto, eliminando processos manuais, falta de visibilidade e erros caros. Fora isso, permite que as empresas sejam mais adaptáveis em ambientes que experimentam mudanças constantes.

A automação é o futuro dos negócios. A conclusão é simples: a empresas que não adotarem uma estratégia de integração de aplicativos poderosa vão perder espaço para as que o fizerem.

O que você está esperando, hein?