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13 de fevereiro de 2019

Revolução digital no mundo corporativo

O planeta se tornou conectado. As fronteiras geográficas foram dissolvidas. Bits e mais bits de informações passaram a circular nos computadores todos os dias. Desde o final da década de 1990, a tecnologia tem sido responsável por mudanças radicais na forma como as pessoas veem o mundo ao seu redor.

Essas novas perspectivas se infiltraram em todos os âmbitos da vida social e o contexto corporativo não permaneceu imune às mudanças da revolução digital. Os modelos de negócio e os ambientes empresariais também foram afetados pela tecnologia. As antigas linhas de montagem foram substituídas por processos ágeis e meios de comunicação rápidos. Os arquivos empoeirados foram digitalizados, criptografados, armazenados em nuvens virtuais e compartilhados com clientes e parceiros. A qualidade se tornou mais importante do que a quantidade, e o público, antes refém das estratégias de marketing, vive cercado de informações e opções.

Ironicamente, foram os folclóricos arquivos que serviram como porta de entrada para a tecnologia. Desde então, o armazenamento de informações em meios virtuais tem permitido a organização e o cruzamento de dados, gerando novas possibilidades de ação. Contudo, se dispensar o suporte físico apresenta vantagens, é fundamental que a nova forma de armazenamento seja eficiente e confiável. Aqui entra a segurança da informação, setor em expansão responsável por proteger dados localizados em ambientes digitais.

O funcionamento das empresas também sofreu modificações com a revolução digital. O foco na qualidade, e não na quantidade, gerou um ambiente colaborativo onde todos, desde o estagiário até o presidente, trabalham juntos. Equipes pequenas e multidisciplinares são responsáveis por desenvolver e testar produtos, e assim que estes se mostram prontos, são disponibilizados para o mercado. Os calendários são meras formalidades e as decisões são tomadas no decorrer da ação.

Além disso, a tecnologia foi responsável pelo desenvolvimento de uma nova relação com o público. A ideia de uma massa de consumidores passivos deixou de funcionar. Hoje, o público faz parte das empresas. Por meio das redes sociais, por exemplo, é possível receber um feedback e construir uma relação de proximidade e confiança com seus consumidores.

Em um mundo hiperconectado, em que toneladas de informações circulam na velocidade da luz, é essencial para qualquer tipo de negócio saber usar a tecnologia e fazer dela seu diferencial.

Por Durval Clemente

*Durval Clemente é diretor executivo da Agtech; economista, com MBA em Gestão Empresarial e quase 30 anos de experiência em Tecnologia da Informação.


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